Fapitec, Seagri, UFS e IFS buscam oferecer especialização que contribua com o desenvolvimento do setor agrário de Sergipe

Preparar especialistas para fomentar tecnologias que desenvolvam o setor agrário, esta foi a ideia central que reuniu, na segunda, 02, representantes da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec), Secretaria de Estado da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), Universidade Federal de Sergipe (UFS) e do Instituto Federal de Sergipe (IFS). Os representantes formaram uma comissão para elaborar edital público para o Programa Primeira Especialização (PPE).

De acordo com o diretor da Fapitec, José Heriberto Vieira, o Programa Primeira Especialização (PPE), voltado para quem já é graduado, pode fomentar tecnologias para o agronegócio e para a agricultura familiar. “O objetivo é preparar especialistas em áreas várias especificas, inicialmente pelas ciências agrárias, que possam utilizar tecnologia para quem está produzindo. Nossa expectativa é possibilitar eficiência produtiva deste setor”, afirma.

“A provocação inicial foi feita pela Fapitec que dispõe de recursos para fomentar ciência e tecnologia, então sugerimos ampliar o debate convidando a UFS e o IFS. O que estamos querendo é trazer esse incentivo para potencializar cadeias produtivas importantes em Sergipe como a citricultura, a bovinocultura de leite, caprinocultura e a carcinicultura, por exemplo. Os especialistas, apoiados por esta iniciativa, serão futuros extensionistas”, disse o secretário da Agricultura, André Bomfim.

“O programa abre uma grande possibilidade de atuação dos egressos em nível de campo a partir de uma extensão construtiva e participativa considerando a realidade local e seus saberes. Teremos a possibilidade de aprimorar o profissional de Agroecologia, com o aprofundamento de conhecimentos técnicos científicos necessários para a difusão de técnicas e práticas sustentáveis”, destacou como expectativa a representante do IFS, professora Irineia Rosa Nascimento.

Para Lucindo Quintans, pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da UFS (Posgrap), essa é uma iniciativa que favorece vários setores. “Quando um programa é direcionado para áreas estratégicas para demandas específicas do estado todos saem ganhando. Estamos trabalhando na perspectiva de que o conhecimento e as novas tecnologias são o mote principal para o futuro, isso favorece os alunos que estão sendo capacitados, o setor produtivo com recursos humanos capacitados e novas tecnologias e a sociedade que está recebendo os resultados”.

Fonte: Ascom Seagri

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Última atualização: 4 de março de 2021 11:40.

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